quarta-feira, 29 de maio de 2013

QUAL O PROBLEMA DO FACEBOOK COM AS MULHERES?

 
Não se sabe se foi alguma moça que não ligou no dia seguinte, ou mesmo uma menina que roubou o pirulito do Mark Zuckerberg no pátio do colégio. Fato é que fica cada vez mais claro que a rede do 1.1 bilhão de usuários precisa urgentemente consultar um terapeuta ~por motivos de~: misoginia.
E, claro, mudar ontem seu sistema de reconhecimento de imagens e moderação para evitar catástrofes maiores do que as que já vêm acontecendo.
A acusação é séria e, acreditem, não é gratuita.
O caso mais recente de desfecho trágico aconteceu na Itália, onde uma menina de 14 anos se suicidou porque não conseguiu lidar com o cyberbullying de um grupo de rapazes que comentaram em um vídeo que circulou livremente pelo Facebook durante alguns dias. Nele, a menina era vista bêbada em uma festa. Foi o suficiente para choverem mensagens agressivas e violentas contra ela.
Poderíamos gastar vários parágrafos aqui relatando outras inúmeras situações de agressões a mulheres (especialmente adolescentes), mas melhor ir direto ao ponto:

Qual a lógica de um site que não permite fotos de mamilos femininos (sim, porque os masculinos estão liberados) e deixa passar várias imagens e anúncios que fazem brincadeiras com estupros e outros tipos de violência contra mulher?
São cada vez mas frequentes os relatos de páginas que visivelmente agridem mulheres, alimentam a chamada “cultura do estupro” e fazem cyberbullying com meninas. Esta semana a coisa toda ganhou projeção em sites especializados (destaque para estes posts do BuzzFeed e do Daily Dot) graças a uma “carta aberta” escrita pelo grupo Women, Action and The Media, The Everyday Sexism Project, que acusou a rede social de fazer vista grossa a esse tipo de violência. O que elas pediam é nada mais que justo:
  • Que o Facebook reconheça mensagens que banalizam ou glorificam a violência contra meninas e mulheres e assuma o compromisso de não tolerar esse comportamento
  • Que eles treinem moderadores para reconhecer e remover discursos de ódio baseado em gênero (acrescentaria QUALQUER discurso de ódio baseado em relações assimétricas de poder, porque né?)
  • Que eles também façam esses moderadores entenderam como essas agressões online afetam diferentemente homens e mulheres em um contexto histórico de agressões ao gênero feminino (no que vale aí também agressões a transexuais, por exemplo)
Em outras palavras, não estamos falando de “zuera”, mas sim de crimes.
Essas agressões não apenas passam incólumes pelo tal sistema automático de moderação do Facebook, como muitas vezes permanecem no ar mesmo depois que se fazem as devidas denúncias contra cada situação. Tudo muito estranho.
Prova de que essas acusações procedem? Bem, que tal uma resposta do próprio Facebook à carta do Women, Action and The Media?
No texto, assinado por Marne Levine, vice-presidente de Política Pública Local, algo parece ser promissor. O site listou 5 novas medidas para mudar esse cenário, entre elas treinar melhor o time de moderadores para detectar mais rápido qualquer discurso de ódio.
Acompanhemos. Com uma esperança sempre desconfiada.
FONTE: http://youpix.com.br/colunistas/qual-o-problema-do-facebook-com-as-mulheres/#more-113589
 

quarta-feira, 15 de maio de 2013

FAZER SEXO DEIXA A PESSOA MAIS INTELIGENTE

O sexo pode estar diretamente ligado à inteligência. Pesquisadores descobriram que as áreas do cérebro responsáveis pelo estado de alerta funcionam melhor em casais que têm uma vida sexual ativa e que começaram novos relacionamentos há pouco tempo.

Cientistas da Universidade de Paiva, na Itália, examinaram o sangue de três diferentes grupos: aqueles que se apaixonaram recentemente; aqueles que estão em relacionamentos de longo prazo; e solteiros. O primeiro grupo apresentou níveis significativamente elevados de crescimento do nervo nas áreas do cérebro que monitoram o bem-estar mental.

Já os casais que estão juntos há muito tempo tiveram nível menor de desenvolvimento, sugerindo benefícios óbvios para a saúde no início do amor. Os resultaram sugerem que o sexo frequente não só reduz o estresse, mas aumenta o poder do cérebro.Um outro estudo, da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, sugere que o sexo estimula o crescimento de células cerebrais no hipocampo, parte responsável pela memória e pelo aprendizado.

Segundo os pesquisadores, fatores como estresse e depressão ajudam no encolhimento do hipocampo. O sexo, no entanto, pode contrariar esse efeito.“Os níveis do hormônio ocitocina aumentam cerca de 500 por cento durante o sexo, fazendo com que nos sintamos relaxados, e melhorando o sono”, afirmou ao tabloide britânico Daily Mail a especialista em relacionamento Tracey Cox.

O Globo

sexta-feira, 3 de maio de 2013

USO DE VIBRADORES BENEFICIA IDOSAS, FISICA E PSICOLOGICAMENTE; LIVRE-SE DE PRECONCEITOS.

"O uso de vibradores por idosas, mesmo por aquelas que têm vida sexual ativa, faz bem para ela e para o parceiro", diz o ginecologista e sexólogo Eliezer Berenstein
Ele foi criado na Inglaterra do século 19 por um médico e se tornou o instrumento que ajudaria na superação de problemas tidos como tipicamente femininos na época --entre eles, irritabilidade, melancolia, ansiedade e crises emocionais que os especialistas acreditavam serem sintomas da histeria. Com o passar do tempo e de várias revoluções, incluindo a sexual, que pregava o direito da mulher ao orgasmo, o vibrador assumiu a função de objeto de prazer, ganhando espaço nas camas de mulheres, homens e casais. 
Mas as mudanças comportamentais não cessaram e, nos dias de hoje, as idosas começam a fazer uso dos vibradores com indicação de especialistas. O ginecologista e sexólogo Eliezer Berenstein, autor do livro "Inteligência Hormonal da Mulher" (Editora Objetiva), vê grandes benefícios no uso do aparelho por mulheres da terceira idade e o indica sempre àquelas que demonstram desejo de viver sua sexualidade.
Para o médico, o apetrecho não serve apenas como substituto para mulheres que não têm um companheiro. "O uso de vibradores por idosas, mesmo por aquelas que têm vida sexual ativa, faz bem para ela e para o parceiro. Os homens na andropausa podem ter dificuldade na ereção e se a mulher já tiver sido estimulada pelo vibrador, o sexo se torna mais fácil para ele também". 

quinta-feira, 2 de maio de 2013

10 RESPOSTAS SOBRE SEXO NA GRAVIDEZ, SEXO NA GRAVIDEZ É SAUDÁVEL, NÃO MACHUCA O BEBÊ E APROXIMA O CASAL.

É só o casal ficar sabendo que está esperando um bebê para que aquele pequeno ser vire o centro das atenções. Tudo é feito pensando no bem-estar do bebê e, por isso, surge a dúvida: podemos continuar com nossa vida sexual normalmente ou é melhor ir mais devagar? Dois especialistas respondem as principais dúvidas sobre sexo na gravidez, para você e seu companheiro não terem que ficar a ver navios durante longos nove meses.
Getty Images
Discuta com seu parceiro todas as suas dúvida
 
1 - O bebê sente quando a mãe está transando?        

Pra início de conversa, o pênis não encosta no bebê, pois o colo do útero e o canal vaginal têm posições diferentes. Dito isso, o bebê maior, a partir do terceiro trimestre, sente quando a barriga da mãe está sendo acariciada e palavras de carinho estão sendo ditas. “O sexo durante a gravidez faz bem para o casal e para o bebê, diz o ginecologista e obstetra Alberto Guimarães, especialista em parto humanizado de São Paulo. Mas vale tomar alguns cuidados, como o uso de preservativo para evitar doenças sexualmente transmissíveis, já que o sistema imunológico da gestante fica mais frágil.
2 - E ele sente quando a mãe está tendo um orgasmo?
Os cientistas não têm certeza, pois é difícil estudar o bebê durante a gestação, mas acredita-se que ele sinta algo, sim. “O orgasmo é uma emoção boa, então é bem provável que o feto sinta que a mãe está feliz naquele momento”, diz a ginecologista e obstetra Bárbara Murayama, diretora clínica da Gergin, em São Paulo. Mas a contração do útero durante o clímax não é suficiente para provocar um parto prematuro ou causar dor no bebê.
3 - A partir de certo mês fica desconfortável para a mãe fazer sexo?
Isso varia muito de gestante para gestante. No primeiro trimestre, a mulher grávida pode perder um pouco do apetite sexual por se sentir cansada e com enjoos. Depois, já no segundo trimestre, a maioria das mulheres retomam sua vontade de ter relações sexuais. Já não tem mais sintomas desagradáveis e costumam se sentir lindas com o aparecimento da barriga. Costuma ser o período mais propício para o namoro entre o casal”, conta Bárbara. Já no final, com a barriga muito grande, podem surgir dores lombares, cólicas, desconforto nas pernas e cansaço.  
           
4 - Quais são as melhores posições sexuais para a mulher grávida?            
No início da gestação não muda nada. Quando a barriga fica grande, cabe ao casal encontrar as suas preferidas. “O papai e mamãe não fica mais confortável. É mais fácil de lado, de quatro ou mesmo a mulher por cima, assim ela controla o nível de penetração”, recomenda Alberto. O segredo é esse: o que interessa é se a mãe está confortável, pois mãe confortável é bebê confortável.
5 - As mulheres têm mais vontade de fazer sexo quando estão grávidas?
Essa percepção é muito individual. Uma mulher que desejou muito a gravidez e não tem medos, se sentirá linda e com a autoestima lá em cima. E a libido feminina está diretamente ligada com a autoestima. “A progesterona que está em níveis mais altos influencia pouco. Mais importante é a forma como a mulher e seu parceiro lidam com a gestação. Vontade sexual depende de estímulo, por isso é importante criar o clima de carinho entre o casal”, explica o médico. E nada mais importante para um casal que está prestes a criar um filho junto do que cumplicidade e intimidade que são facilitadas por uma vida sexual saudável.
6 - Os homens perdem o tesão pela mulher depois que ela engravida?
A maioria dos homens quer proteger a mulher e o filho, por isso no início podem ter medo de machucá-los. Por isso o diálogo é tão importante entre o casal e também com o médico do pré-natal. Daí a importância de o homem acompanhar as consultas para entender exatamente o que acontece no corpo da mulher e tirar suas dúvidas. “Costumo recomendar para os futuros pais aproveitarem essa fase para namorar muito, pois não existe a chance de engravidar”, brinca Alberto.
7 – Fazer sexo quando o bebê está para nascer facilita o parto normal?
Facilita na medida em que a mulher pode ficar mais relaxada e feliz, diminuindo o estresse que muitas vezes dificulta o tão desejado parto normal. “Mas o sexo por si só não vai dilatar mais o colo do útero se ele não estiver pronto para o parto”, promete o obstetra. “Entretanto, se já houver indícios que o trabalho de parto irá começar, o sexo deve ser evitado para que não haja nenhuma infecção se a bolsa estourar”, alerta Bárbara.
8 - Existem problemas com a gravidez que exigem que se interrompa a vida sexual do casal?
Quando a mulher tem histórico de aborto e está com sangramentos nas 12 primeiras semanas, o repouso é recomendado. Nestes casos, o ideal é consultar o médico, que irá recomendar a interrupção momentânea da vida sexual ou apenas a diminuição na frequência. “Se existirem alterações no colo do útero, onde já existe uma dilatação anormal, também é melhor evitar”, diz Alberto. “Algumas infecções genitais também impedem as relações sexuais até que sejam tratadas”, completa a médica.
9 – Com gravidez múltipla existe alguma restrição maior?
A diferença é que nesses casos tudo é mais precoce: se o normal é estar no final da gravidez entre as 39 e 40 semanas, no caso de gravidez múltipla se considera que os bebês podem nascer com 35 ou 36 semanas. “Se estiver tudo bem com a gestação, a grávida de gêmeos não precisa ficar em abstinência”, garante o médico.
10 - Qual é a importância da quarentena depois que o bebê nasce?
É importante para que o corpo da mulher tenha tempo para se recuperar e voltar à forma original. Independente do tipo do parto, todos os órgãos do organismo, de alguma maneira, foram envolvidos no processo de gestação e parto e agora precisam voltar ao funcionamento de antes. Como se não bastasse, ela precisa amamentar, que demanda energia, e aprender a cuidar daquele novo ser que depende tanto dela. O foco principal nesses primeiros dias deve ser o bebê. O sexo fica em segundo plano. O pai precisa ter paciência, ser companheiro e se ocupar com os afazeres do bebê, que são muitos”, diz Bárbara. Se o pai for um verdadeiro companheiro nessa fase, será recompensado por uma relação fortalecida e, consequentemente, feliz sexualmente.